I NOITE DE ESPIRITUALIDADE FILOSÓFICA

I NOITE DE ESPIRITUALIDADE FILOSÓFICA

com Dom Egídio Bisol

Profissão como Vocação

26 de Outubro de 2015

19h20 às 22h00

No auditório da FIS

Para toda a comunidade Acadêmica e a comunidade externa de Serra Talhada e municípios vizinhos

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CONVITE PARA O PRIMEIRO ENCONTRO DE 2015.2!

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GRUPO DE PESQUISA

ATELIER DE FILOSOFIA:

AS TONALIDADES DO FILOSOFAR

Non multa, sed multum

Primeiro Encontro de 2015.2

Nós que fazemos parte do Grupo de Pesquisa Atelier de Filosofia: as Tonalidades do Filosofar, da Faculdade de Integração do Sertão – FIS, em Serra Talhada-PE, comunicamos e convidamos toda comunidade acadêmica, discentes, docentes e funcionários, interessados e com tempo disponível para participarem de nosso Primeiro Encontro, no próximo dia 18 de agosto de 2015, numa terça das 08h30m ao meio dia. Na ocasião iniciaremos uma discussão sobre filosofia e amor a partir do diálogo de Platão Simposium, conhecido como O Banquete. Teremos Encontro dia 18 e 25 de agosto de 2015. Posteriormente os Encontros serão de 15 em 15 dias.

A Faculdade de Integração do Sertão – FIS, oferece a você, mais uma (entre várias que ela proporciona!) possibilidade de aprender a pensar, ler e escrever. “Vinde e Vede!”.

Aprender a pensar com competência, desenvolvendo as habilidades argumentativas na construção e desconstrução de argumentos a partir de clássicos do pensamento ocidental é um plus substancial em sua formação acadêmica. Além de ser um momento único que dificilmente você terá oportunidade de oportunizar a você mesmo durante sua formação e, sobretudo, depois dela. Sapere aude! Ouse saber! Melhor ainda: Escolhe a ti mesmo para que tu possas tornar-te o que tens e deves ser!

Paz e Bem!

PRIMEIRO ENCONTRO DO ATELIER DE FILOSOFIA

GRUPO DE PESQUISA

ATELIER DE FILOSOFIA: AS TONALIDADES DO FILOSOFAR

Non multa, sed multum

Primeiro Encontro

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Foi com grande alegria que no dia 12 de maio de 2015, ao subir a rampa de acesso ao corredor das salas de aulas, ao levantar cabeça, meio sonolento, tomei um susto com a quantidade de estudantes que estavam olhando para mim e divertindo-se com minha surpresa. Às 08h30 iniciamos o primeiro Encontro do Grupo de Pesquisa Atelier de Filosofia: as Tonalidades do Filosofar. Participaram do primeiro Encontro os seguintes estudantes e professores: Aristóteles, Astrogilda, Elias, Gabriela, Ivaneide, Ivanilda, Joana Darc, Joelis, Julianny, Laura, Maria Elaine, Mariana, Marília, Matheus, Rennan, Ruane, Paula Fernanda, Paulo Ricardo, Vagner, Viviane, Zaira, Prof. Felipo, Prof. Washington, e Prof. Marcos Érico. Foi muito edificante presenciar o interesse dos estudantes com a presença em nosso Atelier, inclusive de cidades de Triunfo e Afogados, assim como de alguns que pediram dispensa do trabalho para poderem participar.

Improvisamos uma sala de aula para ser o ambiente de pesquisa. O prof. Marcos Érico deu início as atividades do Atelier destacando comovido a presença de 23 pessoas. Em seguida o professor relembrou o que está descrito no nosso blog em relação à metodologia e dinâmica, finalidade do Grupo de Pesquisa. Depois, o professor pediu para todos cadastrarem seus currículos na Plataforma LATTES. Informou o desejo de ver os membros do Grupo, de forma paulatina, participando ativamente dos eventos acadêmicos da FIS, seja em mesas redondas com alguns membros do Atelier, seja a participação isolada dos membros com comunicações, assim como a participação em Congressos acadêmicos fora da FIS. Encerrou esse primeiro momento informativo com as palavras do Prof. Dr. Lenio Streck que, a pedido do Prof. Marcos Érico, enviou por e-mail (07 de mao de 2015 às 08h33), para o professor, com as seguintes palavras dirigidas aos membros do Atelier:

Prezado Marcos, obrigado pelo seu e-mail e pelas considerações. É claro que posso! Primeiramente, gostaria de parabenizar a iniciativa do grupo para discutir filosofia e direito nesses tempos tão escassos de aprofundamento teórico. No Direito, sofremos muito com isso. Como venho escrevendo há anos, o próprio ensino jurídico hoje sofre uma profunda crise que tornou o próprio conhecimento em mera instrumentalidade, em dis-positivo (Ge-stell), como bem dizia Heidegger. Por isso, discutir Filosofia e Direito passou a ser um dever de qualquer estudante que queira realmente levar à sério sua pesquisa. Também fico muito feliz por seus alunos terem estudado as minhas obras e escrito sobre elas. Significa que estamos fazendo um bom trabalho no que tange às interconexões entre Direito e Filosofia. Aliás, prefiro dizer que fazemos Filosofia no Direito, e não “do”, justamente para escapar da instrumentalização do conhecimento filosófico. A filosofia é condição de possibilidade, não é ornamento. E isso (parcela considerável d)os juristas não entendem! Assim, não vejo outra saída senão o estudo aprofundado da Filosofia no âmbito jurídico. À começar pelos clássicos: Platão, Aristóteles, os nominalistas medievais, os contratualistas modernos, Wittgenstein, Heidegger, etc. É disso que uma República séria precisa. E só poderemos realmente caminhar na direção correta se nos engajarmos profundamente nessa temática. Acredito poder tê-lo ajudado. Atenciosamente, Lenio Streck.

Foi muito entusiasmante escutar essas palavras de um Teórico do Direito dirigidas especialmente aos membros do Atelier. As faculdades de Direito do país estão numa crise ou decadência, usando uma terminologia heideggeriana, prejudicando a formação do jovem estudante. O nosso Atelier é um espaço que possibilita amenizar ou superar essa situação existencial num diá-logo com os clássicos.

Logo após iniciamos a leitura-analítica, meditativa, do texto Cartas a um jovem poeta de Rainer Maria Rilke. O professor lembrou que a ideia não é falarmos o que achamos do texto, o que entendemos do texto, mas nosso esforço é aprender a entrar na lógica da estrutura do texto. Precisamos aprender a subir nos ombros dos gigantes, quer dizer, precisamos fazer o esforço meditativo, reflexivo de aprender os conceitos do autor, a forma como escreve etc, para só depois emitirmos o juízo interpretativo. Esse é o método hermenêutico dos Encontros! Assim, pouco a pouco, gradativamente, vamos aprender a ler e a escrever!

Todos os participantes estavam muito atentos. Não houve inquietação, preocupação com a hora, entra e sai da sala de aula. Mas, de fato, os participantes participaram ativamente com uma atenção e o silêncio indispensável para o trabalho sério da leitura e meditação de texto. Desse silêncio algumas palavras foram pronunciadas por alguns membros. O clima era de silêncio e alegria, descontração na seriedade, amizade, afinidade pela necessidade de aprender a ler e a escrever escutando o grande Rilke falar. Foi muito edificante!

No momento do encerramento, alguns membros externalizaram a alegria e a satisfação daquele momento. O professor depois de escutar as falas e, sobretudo, observando que depois de mais de três horas de leitura e meditação, ainda estava presenciando a presença atenciosa e entusiasmada de todos, dirigiu algumas palavras aos membros de forma agradecida. Encerrou convidando todos a retornarem na próxima terça, dia 19 de maio, às 08h30. Admoestou que a proposta do grupo está expressa no lema do Atelier de Filosofia, a saber: non multa, sed multum. Isto é: não muitas coisas, mas muita; não quantidade, mas qualidade; não muitas leituras, mas intensidade na leitura. O professor falou que o Atelier tem essencialmente essa pobreza e indigência e, por isso mesmo, tem essa riqueza paradoxal. Não se promete nada extraordinário. Mas se promete saber ver o extraordinário no ordinário da leitura simples, lenta, concentrada. Sem pressa, sem esquizofrenia interpretativa superficial, mas aprendendo com o pensador a entrar na dimensão aprofundada da análise das coisas. Parafraseando uma passagem de Rilke o professor disse que aqueles que acharam simples, insignificante, pobre, que, por isso, deveria ter mais discussões soltas (perdidas!) e menos leitura e meditação, o professor desejou tudo de bom e felicidade em seu caminho, mas aqueles que sentiram que precisam disso, que esse método é adequado à sua pobreza, então aprendam a portar e a suportar esse caminho mais difícil, como diz o poeta Rilke, aprendendo a evocar a riqueza dessa pobreza. O terreno foi preparado e a semente foi plantada. Num futuro não muito rápido, mas também não muito distante, presenciaremos com alegria o vicejar de algo novo, diferente, esperança de um futuro promissor. Mas é preciso a paciência e humildade do agricultor, sendo espiri-cultores, ou seja, cultores do espírito! Eu planto, outro colhe. O que importa é o Reino de Deus ser im-plantado! Paz e Bem!

 Prof. Marcos Érico

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Convite!

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Grupo de Pesquisa

Atelier de Filosofia: as Tonalidades do Filosofar

Non multa, sed multum

Dia 12 de Maio de 2015 das 08h30 ao Meio Dia, em qualquer sala de aula da Faculdade de Integração do Sertão – FIS, em Serra Talhada-PE, o Grupo de Pesquisa Atelier de Filosofia: as tonalidades do filosofar, dará início aos Encontros semanais, aprendendo a ler, a pensar e a escrever a partir do diálogo com os grandes pensadores, mestres do filosofar.

  • Prof. Marcos Érico abrirá o Primeiro Encontro com uma fala, dirigindo-se aos possíveis membros do Atelier de Filosofia: as Tonalidades do Filosofar, em que deixará claro a finalidade do Grupo, como será o trabalho no Atelier, o que se fará e o que se espera;
  • O nosso Atelier tem inspiração no Grupo de Pesquisa Filosofia da Percepção (UFPB-UFMG) coordenador pelo Prof. Dr. Iraquitan Caminha, e pelas influências intelectuais (forma e matéria do que e como se trabalhar) do Prof. Marcos Érico. O Atelier é uma Escola…;
  • Em seguida, escutaremos as palavras do Prof. Dr. Lenio Streck (ex Procurador de Justiça do Rio Grande do Sul, criador da Teoria Nova Crítica do Direito, professor da UNISINOS, professor convidado na Itália e em Portugal, mais de quatro Teses de Doutorado em Direito sobre ele sendo algumas delas prêmio CAPES, livros traduzidos para outras línguas etc), palavras escritas para os membros do Atelier a pedido do prof. Marcos Érico;
  • Informes administrativos sobre o modo de filiação ao Atelier. Poderá participar Ouvintes, isto é, aqueles estudantes, funcionários e/ou professores (as) que não querem ou não podem se engajar no Grupo para o cumprimento das exigências do mesmo, mas desejam vez ou outra aparecer. Esses poderão participar dos Encontros desde que respeitem o método do Grupo. O Membro do Atelier, estudante, funcionário e/ou professor (a), deverá participar semanalmente dos Encontros e, caso não more em Serra ou trabalhe, poderá participar quinzenalmente, ou seja, uma semana sim, outra não, desde que demonstre interesse e responsabilidade para com o método do grupo e cumprimento de tarefas;
  • Cadastro do currículo na plataforma LATTES;
  • Leitura e meditação da obra Cartas a um jovem poeta do poeta Rainer Maria Rilke, e-videnciando a estrutura textual (a forma da escrita, ou seja, como é dito, como ele escreve?!) e a apropriação do conteúdo (matéria, ou seja, o que ele diz?!).
  • Cafezinho
  • Nesses primeiros Encontros não haverá apresentação de material escrito de algum membro. Mas a partir do terceiro ou quarto Encontro os orientandos (as) (Rennan, Dinayanne, Paula Fernanda, e Karoline da UERN) do prof. Marcos Érico, exigência a partir de agora para orientação com o professor (individual e coletiva), apresentarão o capítulo de sua monografia, um para cada Encontro. Os outros membros aprenderão a fazer isso escrevendo duas ou três laudas do texto que estamos lendo ou de algum teórico de sua área, Direito, ou de qualquer curso que esteja vinculado à FIS.
  • Pesquisadores, ou seja, graduados, especialistas, mestres e doutores, poderão apresentar ao Grupo material escrito de Projeto de mestrado etc e escutar as críticas e observações dos membros.
  • Encerramento e encaminhamentos para o próximo Encontro (alguém fará a memória do Encontro para ser enviado aos e-mails dos membros do Grupo).

Se este convite a este ambiente de pesquisa, proporcionado pela FIS, vêm ao encontro de uma necessidade tua, enquanto estudante e/ou pesquisador, então procure-nos munido do desejo de exercitar ou aprender as disposições necessárias para se trabalhar no Atelier, conforme descrito aqui neste blog, trazendo, além disso, lápis e caderno.

Inicialmente, nos primeiros Encontros, trabalharemos as Cartas a um jovem poeta do poeta Rainer Maria Rilke. Isso dará as tonalidades afetivas da dinâmica do Grupo e para a vida pessoal de cada membro!

O Atelier de Filosofia é um pequeno espaço geográfico, na FIS, em que estudantes e/ou pesquisadores a exemplo de artistas, criadores, encontram-se para trabalhar, produzir, criar algo original. Experimentaremos trabalhando, ensaiando, musicando, esculpindo, pintando a arte do aprender a ler e a pensar, lendo e pensando, captando, sentindo as tonalidades do filosofar neste ou naquele filósofo, desta ou daquela época. A arte da poesia e da literatura também serão familiares aos membros do grupo de pesquisa no sentido e objetivo de perceber a questão da filosofia sendo, também, captada pelo poeta e escritor, ainda sem desenvolvê-la como na filosofia.

“O que é um poeta? um homem infeliz que esconde profundos tormentos no coração, mas cujos lábios se moldam de tal forma que suspiro ou grito que deles irrompa soa como uma bela música. Acontece-lhe como aos infelizes que dentro do touro de Fálaris eram lentamente torturados em lume brando; os seus gritos não alcançavam os ouvidos do tirano para o aterrorizar, soavam-lhe como uma música suave. E as pessoas aglomeram-se à volta do poeta e dizem-lhe: canta logo outra vez! como quem diz: oxalá novos sofrimentos atormentem a tua alma e os teus lábios permaneçam moldados como antes, pois o grito haveria apenas de angustiar-nos, a música é porém celestial. E os recenseadores [os críticos] avançam e dizem: está certo, é assim que deve ser de acordo com as regras da estética. Ora é evidente que um recenseador também se parece com um poeta como duas gotas de água, só que nem no coração tem tormentos, nem nos lábios tem música. Vede, prefiro por isso ser porqueiro em Amagerbro e ser entendido por porcos, do que ser poeta e ser mal entendido pelos homens” (KIERKEGAARD, 2013a, p. 43 [27]).

“Prefiro falar com as crianças, pois delas ainda podemos esperar que se tornem seres racionais; mas daqueles que nisso se tornaram, ai, Deus me livre!” (KIERKEGAARD, 2013a, p. 44 [27]).

“Quero primeiro, aqui e agora, garantir algo no que toca a minha modesta pessoa. Desejaria, como qualquer um, cair em adoração diante do sistema, se conseguisse ao menos enxergá-lo. Até agora não tive sucesso, e embora tenha pernas jovens, estou quase esgotado de tanto correr de Herodes a Pilatos. Algumas vezes estive bem próximo da adoração, mas eis que na hora exata  em que já havia estendido meu lenço no chão, de modo a evitar sujar minhas calças ao ajoelhar, quando, muito inocentemente, pela última vez, falava a um dos iniciados: ‘Agora, dize-me com sinceridade, ele está mesmo completamente pronto, porque, se for esse o caso, vou me atirar de joelhos, mesmo que tenha de estragar essas calças’ (pois não era pouca a lama do caminho, devido ao tráfego intenso para chegar ou partir do sistema) – recebi sempre a resposta: ‘Não, ele ainda não está completamente pronto’. E assim eram adiados aí de novo – o sistema e o cair de joelhos” (KIERKEGAARD, 2013b, p. 111, [VII 86-87]).

“Um filósofo: é um homem que continuamente vê, vive, ouve, suspeita espera, e sonha coisas extraordinárias; que é colhido por seus próprios pensamentos, como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, constituindo a sua espécie de acontecimentos e coriscos; que é talvez ele próprio um temporal, caminhando prenhe de novos raios; um homem fatal, em torno do qual há sempre murmúrio, bramido, rompimento, inquietude. Um filósofo: oh, um ser que tantas vezes foge de si, que muitas vezes tem medo de si – mas é sempre curioso demais para não ‘voltar a si’…” (NIETZSCHE, 2005, p. 176, nº 292, grifo do autor).

“[…] seria oportuno citar antes de mais nada uma sentença de Nietzsche que provém do trabalho no livro Vontade de poder. Ela diz: ‘O pensamento abstrato é, para muitos, uma fadiga – para mim, em dias bons, ele é uma festa e uma embriaguez’. O pensamento abstrato, uma festa? A forma mais elevada da existência? De fato. […] Festas exigem uma longa e cuidadosa preparação. Gostaríamos de nos preparar nesse semestre para essa festa, mesmo se não alcançarmos a celebração e apenas pressentirmos os preparativos da festa do pensamento, e experimentarmos o que é uma meditação e o que distingue o fato de estarmos em casa em meio ao questionar autêntico” (HEIDEGGER, 2007, p. 8-9).

REFERÊNCIAS

HEIDEGGER, Martin. Nietzsche I. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007.

KIERKEGAARD, Søren. Ou-Ou: um fragmento de vida (primeira parte). Lisboa: Relógio D’água, 2013a.

______ . Pós-escrito conclusivo não científico às Migalhas Filosóficas: coletânea mímico-patético-dialética, contribuição existencial, por Johannes Climacus (Vol. 1). Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: EDUSF, 2013b.

NIETZSCHE, Friedrich. Além do bem e do mal: prelúdio a uma filosofia do futuro. São Paulo: Companhia das letras, 2005.

Sejam todos bem-vindos toda terça-feira a partir do dia 12 de Maio de 2015

Prof. Dr. Marcos Érico de Araújo Silva (FIS/NUPEX)

Líder do Grupo de Pesquisa

Atelier de Filosofia: as Tonalidades do Filosofar